26 dez A memorável conquista da Copa do Brasil 2003: Segunda partida da final


Salve Guerreiros! Continuando o rememorar da final da Copa do Brasil de 2003 vamos começar pelos dias que separaram os jogos. São tantas histórias boas que nem sei se poderei aproveitar todas elas!

Comemoração Rubro-negra

Como deixar de fora o fato da torcida Rubro-negra comemorar o fato de termos perdido nossa zaga titular como se isso lhes garantisse a vitória. Como não se lembrar das asneiras que disse o capetinha Edilson; como se o Mineirão e sua imensa torcida azul não fossem fazer a diferença.

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A mídia colocando muita pressão nos zagueiros garotos, Luizão e Gladstone, esse último ainda me faz recordar uma história curiosa; concentração, quarto de hotel e eis que o pofexô Luxa em seu tempo áureo; aliás, seu ultimo lampejo de grande treinador bate à porta do garoto com uma fralda descartável em uma mão e uma faixa de campeão na outra e pergunta: “Escolhe o que você quer ser hoje?” Gladstone sem pestanejar opta pela faixa de campeão, e que partida fizeram ele e Luizão!

Mineirão lotado e as respostas às provocações de Edilson e Julio César São impublicáveis aqui no Guerreiro dos Gramados; mas renderam boas risadas nas arquibancadas e nos dias seguintes…

Vamos ao jogo!

O Cruzeiro entrou mordido, muito mordido por tudo que a mídia e os jogadores do Fla disseram nos dias que antecederam aquele jogo. A bola rola no gramado onde os Guerreiros de azul desfilam sua arte. Luxemburgo suspenso pela invasão de campo ao fim da primeira partida comanda o time de cima. Alex e sua genialidade distribuindo jogadas pela meia cancha, a volância sempre firme, Maurinho e Leandro voando pelos lados do campo…

Alex alça bola da esquerda e encontra Deivid no meio da zaga do Urubu para abrir o placar com apenas um minuto de partida. A torcida celeste explodiu com o gol, pois a vantagem já obrigava o Flamengo a virar a partida para conseguir tirar o título de Minas Gerais no tempo normal. O empate em 1 x 1 levaria a decisão aos pênaltis. Aturdido em campo, quando acabara de se reorganizar por volta dos quinze minutos veio o segundo golpe. Alex, novamente em outra cobrança perfeita de falta pela esquerda encontra Aristizábal no segundo poste de Júlio César para ampliar o placar e desnortear novamente o Flamengo.

O tiro de misericórdia

Veio treze minutos depois, o Hattrick de assistências de Alex, dessa vez pela direita encontra Luizão que também de cabeça faz a China Azul soltar de vez o grito de Tetra Campeão… O restante da partida foi apenas protocolar, mas ainda deu tempo de Fernando Baiano descontar para o Flamengo; dando números finais ao jogo.

Estava completa mais uma Página Heróica Imortal, escrita em seu maior palco e sob o êxtase da maior e mais empolgante torcida do estado de Minas Gerais; a China Azul.

Saudações Celestes


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