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15.02.09 - Cruzeiro 2 x 1 Atlético-MG
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Cruzeeeirooo o guerreiro dos gramadosss!!!!
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Eu no jogo Cruzeiro x Villa Nova
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sou cruzeirense apaixonada
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Dá-lhe Raposaaa
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Colunistas Fala Guerreiro A gastronomia do futebol

Sex

21

Mai

2010

A gastronomia do futebol PDF Imprimir E-mail
GDG - Por: Guilherme Guimaraes   

Vocês podem achar estranho eu começar falando de gastronomia ao invés de futebol, mas tudo isso tem um motivo. De uma forma simples e comparativa, usando esses dois termos, pode-se tentar explicar a eliminação do Cruzeiro na Libertadores desse ano. E por incrível que pareça, existem semelhanças nessas modalidades profissionais. Veja só.

A gastronomia do futebolUm objeto faz toda a diferença no mundo da culinária. A escolha errada desse elemento ou até mesmo a falta dele, pode influenciar e muito no resultado final de seu produto. E não adianta ter os melhores ingredientes ou caprichar na preparação. Dependendo do talher utilizado, o gosto do alimento não será tão verdadeiro quanto deveria e o consumidor poderá sofrer com os problemas da indigestão.

No futebol as coisas funcionam mais ou menos assim e tendem a ficar mais evidentes se o juiz for extremamente “caseiro”. Com essas características, podemos dizer que o “chef” da arbitragem pode ter influência direta no dissabor sentido pelos torcedores. E isso foi o que aconteceu na última quarta-feira, na panela de pressão do Morumbi, já que a equipe do Cruzeiro foi garfada pelo “cozinheiro” Oscar Larrionda.

Claro que o futebol apresentado nas duas partidas foi aquém do esperado, mas isso não exime da arbitragem algumas responsabilidades. Fomos garfados descaradamente nas quartas de final da Libertadores, pois tivemos um gol legítimo anulado no Mineirão e uma expulsão totalmente contestável nesse segundo jogo. Por isso, o gosto que sentimos após a eliminação só poderia ser o amargo que aperta os nossos corações. É difícil ver que tínhamos condições de levantar a taça, de sermos campeões, mas que a ação tendenciosa de alguns não permitiu que isso fosse possível. Também, após o chocolate que o time azul celeste deu no Nacional, que cidadão de nacionalidade uruguaia ficaria feliz, né, Oscar Larrionda?. Não seria esse o time do coração do árbitro?

Com toda essa comparação que fiz, gostaria de mandar um recado para a diretoria do Cruzeiro, bem à maneira gastronômica. Gostaria que eles soubessem que precisamos arrumar a nossa cozinha, pois não estamos bem servidos de zagueiros. E outra, aqueles jogadores que tem a função de garçons, também não atendem plenamente os desejos da torcida. Somos obrigados a engolir carne de segunda, e com o perdão da palavra, arrotar o caviar.

É difícil engolir as ações da cúpula cruzeirense, que teima em acreditar nos jogadores fora de época. Pedro Ken, Camilo, Fábio Santos, Fernandinho, Leandro Lima, Anderson Lessa, Guerrón, Kieza, Soares, todos perderam a validade dentro do clube. Eles não tem mais função. São dispensáveis. Precisamos renovar a nossa safra. Com os valores investidos nesses, poderíamos ter um craque, um jogador que chame a responsabilidade e defina nos jogos de maior requinte.

O que é preciso nesse momento é mais atitude, um pensamento maior e mais ambicioso. Cansamos de comer apenas frango ao molho pardo, canja ou galinhada à mineira. Queremos muito mais!

Guilherme Guimarães (@guilhermepiu), é jornalista formado pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH). Natural de Belo Horizonte, realiza trabalhos na área do esporte desde 2005, quando começou a escrever sobre futebol amador no Jornal "O Tempo Contagem". Já trabalhou no Jornal Super Notícia, na assessoria de imprensa da Assembleia Legislativa de Minas Gerais e teve matérias e fotografias publicadas em grandes jornais e revistas de Minas Gerais, como O Tempo, Hoje em Dia, Jornal da Cidade e Revista HIT. É colaborador do Guerreiro dos Gramados desde 2009. Siga o GDG no twitter: @gdosgramados.


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Comentarios (4)

Guilherme G. :

José Carlos Finelli, no texto eu menciono que a zaga tem suas deficiências. Quando cito "a cozinha", faço referência aos zagueiros do time do Cruzeiro. É uma expressão já conhecida no futebol, que inclusive foi utilizada recentemente pelo jornalista Lédio Carmona, na transmissão do jogo Avaí x Vasco, no SPORTV. Desses, o Leonardo Silva, pelo menos comigo, tem créditos. É de fato o melhor e mais lúcido defensor que o Cruzeiro tem. E digo mais, um dos melhores dos últimos anos.
Obrigado por comentar!
24 maio, 2010

José Carlos Finelli :

Se me permite, gostaria de incluir em sua lista toda a zaga, com a seguinte pergunta: Pra que ter zagueiros com um metro e noventa de altura, se eles não conseguem fazer gols de cabeça, não conseguem tirar as bolas cruzadas na sua própria área e ainda passam vergonha diante de atacantes baixos, como os do São Paulo?
Até quando suportaremos os volantes errando passes de cinco metros no meio de campo, entregando bolas de graça para os adversários? Isso acontece em todos os jogos.
Há quanto tempo o Cruzeiro não faz um gol a partir de escanteios?
Será que não há nada errado no treinamento deste time?
24 maio, 2010

JuBH :

é galinhada enjoa
kkkkkkkkkkk
21 maio, 2010

Ítala Cunha :

Pelo menos uma jeijoada completa. Com todos os ingredientes que não podem faltar nunca. Tempero, acompanhamento e carne que dê consistencia, e claro, feitos por um bom chefe.

Gostei da sua comparação, já que futebol e culinária são os grandes atrativos da nossa Minas Gerais.
21 maio, 2010

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