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Laís Lima Menini, 23 anos, é jornalista com diploma e estudante de MBA. Filha de mãe atleticana e pai tricolor carioca, veio para salvar a família da segunda divisão. Está sempre, em todos os jogos, no Portão 6 do Mineirão. Seu sonho todo azul da cor do mar é ver D´Alessandro no Cruzeiro e algumas outras peças fora dele.
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Diz na Bíblia que, quando perguntado por fariseus e herodianos se era certo pagar tributos a César, político romano, já que só se deviam tributos a Deus, Jesus respondeu: “Dê a César o que é de César; a Deus o que é de Deus”.
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Meu dia começou com meu irmão me chamando no MSN e mandando um link que, para mim, estava bloqueado. Perguntei o que era e ele falou: “É a foto do Axl com a bandeira do Cruzeiro”. Em tempo recorde ele salvou a foto do site que não abria e me mandou. Pronto. Foi esse o sinal de que o dia hoje vai ser de muito rock!
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O dia 8 de março, para muitos, é uma data de reflexão sobre movimentos sociais, feminismo e feminilidade. Para outras pessoas, é um marco “inútil”, pois o dia das mulheres são todos os dias (e nós adoramos ouvir isso!). A verdade é que, como disse outro dia um cara, “o tempo da história é o sempre”, e esse dia 8 existe para nos lembrar, sempre
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Vai ser épico. Lendário. Para mim, em particular, não há nada mais simbólico do que o jogo de hoje. Entrei no Mineirão pela primeira vez na vida aos 10 anos de idade, vinda de São João del Rei, somente para assistir Cruzeiro x Colo Colo pela Libertadores. E lembro de tudo como se fosse ontem: eu e meu irmão, então com sete anos de idade
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A melhor tradução do ditado popular “pimenta nos olhos dos outros é refresco” sempre vem depois de um ex-clássico mineiro. E é até bonitinho ver como o outro lado tem o dom de chorar quando a pimenta arde no deles, causando um lapso de memória sobre todas as vezes que isso aconteceu do nosso lado
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Sabemos desde que nascemos que a Libertadores é uma competição para pouquíssimos times, fortes e de tradição, e que nesta Copa não há espaço para pipocagem, corpo mole ou falta de garra. Cada adversário é uma pedra no caminho, e, independente da altitude de seu campo de batalha ou de suas fragilidades pré-existentes, estão lá por algum motivo.
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