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GUERREIROS CONTRA GREMIO LIBERTADORES 2009
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Fabrício e eu.
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Raposiinha *-*
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No ipatingão assistindo Cruzeiro 3 X 1 San Lorenzo
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Fubá
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Cruzeiro A Década Perdida
A Década Perdida PDF Imprimir E-mail
GDG - Por: Diogo Maia   

O segundo período de crise financeira do Cruzeiro foi entre os anos de 1981 a 1986. A era foi chamada de “Era Bendelack – Tobí”, devido à contratação, em 1982, desses dois jogadores, o primeiro era um lateral direito, o segundo um armador.

Isso não quer dizer que os dois foram responsáveis pelo período de pobreza técnica e monetária do clube, mas sim porque fizeram parte de uma leva de jogadores estranhos que não condiziam com a altura de um clube grande como o Cruzeiro.

Goleadas históricas para times sem expressão alguma foram a marca dessa época. Em 1981 o time foi goleado por 5 a 1 pelo Operário, do Mato Grosso do Sul. Em 1982 também sofreu derrotas para o Bangu (3 a 0) e para o Mixto, do Mato Grosso (4 a 2).

A única conquista da Raposa durante a década de 80 foi o Mineiro de 1984, que encerrou uma série de seis campeonatos conquistados pelo maior rival.

Carmine Furletti havia brigado com o parceiro Felício Brandi no final da década passada e estava fora do clube. Retornou em 1983 e assumiu a presidência, deixada por Brandi, que não conseguia mais lidar com os problemas do clube. O ex-dirigente, inclusive, mandou Nelinho para o Atlético, achando que estava enviando um problema para o rival, mas Nelinho conquistou quatro Campeonatos Mineiros e ainda fez gols contra o próprio Cruzeiro.

Em 1985, Benito Masci assumiu o clube e foi responsável por recuperar o prestígio do time no território nacional e até internacional. Ele saneou as dívidas e com ele o time conseguiu alcançar as quartas-de-final do Brasileiro de 1986, a semifinal da Copa União em 1987 e no ano seguinte foi vice-campeão da primeira edição da Supercopa.

A torcida, que havia feito um funeral simbólico de Brandi, antes de sua saída, demonstrava o quanto estava chateada e que nem mesmo um vencedor como Felício estava ileso. Apenas na década de noventa, com a direção de César de Masci e, principalmente, com a administração de Zezé Perrela, os torcedores voltariam a ver um time campeão, ou melhor, supercampeão, com 17 anos seguidos de títulos, feito esse batido apenas pelo Real Madri.

Mais detalhes no próximo capítulo.



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Comentarios (5)

Paulo Vitor :

falou tudo ai o ''palestra'' quem viveu na epoca sofreu horrores mesmo..foi f**a...só de ler da um aperto,e graças á Deus,nasci na epoca boa kkkkk espero que ela se mantenha e acredito que não terá outra crise dessas..temos grana...mas vai saber..Deus é mais ne.

independente disso.AVANTE CRUZEIRO,O MAIOR DE MINAS INDISCUTIVELMENTE,FRANGAS (L)
10 dezembro, 2010

Palestra :

A tristeza era tanta que tínhamos perdido a identidade de time grande, éramos motivo de chacota para as frangas, até a entrada dos jogadores na Toca III era motivo de escárnio para o emplumados cacarejantes.

Mas naquela ocasião já haviamos conquistamo um campeonato nacional e uma libertadores, então eu não entendo o porque de tanto escárnio por parte dos emplumados. Credito isso ao despeito dessa gente que povoa a imprensa e até a federação mineira, e usa de artifícios sombrios para enaltecer as frangas e desencantar o fantástico CRUZEIRO, que conquistou e honrou MINAS de uma forma muito mais contundente que os rivais.

Enquanto a imprensa, federação e outros centros de decisão estiverem nas mãos das frangas continuaremos a ponderar o imponderável, pois o maior de MINAS é sem dúvida nenhuma o CRUZEIRO ESPORTE CLUBE.
23 maio, 2010

WENDEL :

Aprendemos com nossos erros, reconhemos os erros, não os transferimos para outros e então...somos o que somos hoje. O passado nos serve de aprendizado. Ter história é o diferencial.
Saudações celestes
17 março, 2010

Estevão Moreno :

Se esqueceu de citar aí conquista do histórico Mineiro de 1987.
Em cima "deles".
23 dezembro, 2009

Bruno Henrique Alcântara :

PO, ainda bem bem q nem era nascido nessa época, era muita tristeza para uma torcida acostumada a vencer!
21 setembro, 2009

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